Eu sou o ombro dos meus amigos onde eles choram, são os braços que os rodeiam e confortam, são as palavras de carinho, sou os sermões quando é necessário, sou as palavras de coragem e esperança num amanha melhor, sou a palhaça deles, sou a enciclopédia/google deles, sou a agenda deles, são a RP deles, são a biblioteca deles, sou o dicionário deles, sou a consultora deles, sou a conselheira deles, sou a cozinheira deles, sou a explicadora deles, sou a guia deles, sou psicóloga deles, sou tradutora deles, sou amiga deles, sou irmã deles, sou mais do que mãe deles. E às vezes lá calha ser salvadora deles. Porque se um amigo meu não estiver bem, então eu também não estou. Prefiro por vezes colocar as necessidades deles à frente das minhas só porque gosto de os ver felizes. Eu sou nada para eles e tudo ao mesmo tempo.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Ah, sempre gostei de ver o mundo a cores...
Irmã: Porra, ainda hoje recebeste o pc e já colocas-te tudo cor-de-rosa?
Eu: Sabes que gosto de deixar o meu cunho nas coisas.
Eu: Sabes que gosto de deixar o meu cunho nas coisas.
Hi, Im Natacha from Russia
Quando escrevo gosto de imaginar que sou outras pessoas, inventar personagens. Bom seria manter isso só na escrita porque volta e meia estas criaturas ganham vida. Como o meu famoso Alce, que aparece volta e meia quando estou num jardim/parque ou a Natacha, a russa/ucraniana/italiana que fala inglês como vários sotaques e tem uma mente muito sexy (ainda tenho amigos malucos ao ponto de alinhar nestas brincadeiras) e por fim o mexicano/indiano que faz lembrar o Ranjit que aparece de vez em quando para animar o meu irmão mais novo. A minha família já habitou-se a estas súbitas mudanças de personagem, já nem se dão ao trabalho de chamar-me louca.
Férias à força
3 dias de cama graças à cabrona de uma gripe. Ah, como eu adoro ficar 3 dias em casa na cama sem fazer nenhum... É tão bom!
O fim do mundo
A minha pessoa sem ti duas semanas e qualquer coisa é o fim do mundo. No princípio até trepei paredes (qualquer spiderman qual quê?), nos últimos dias já comecei a aceitar que a nossa relação tinha terminado e não havida volta a dar. Habituei-me à ideia de viver sozinha e quando menos esperava eis que alguém ocupa o teu lugar, uma versão de ti melhorada e mais nova. Não, não estou a falar do meu namorado... É do meu computador mesmo!
Ignorância
Eu, eu que achei sempre a ignorância algo horrível começo a mudar de opinião. Às vezes gosto de ignorante e não saber o que se passa à minha volta, gosto de fingir que todas as pessoas são boas.
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