domingo, 29 de janeiro de 2012
Encontrei o segredo para estudar filosofia e entender tudo!
Recompensar-me com chocolate milka com recheio de morango ou o de caramelo. Apostamos que tiro pelo menos um 15 no teste?
sábado, 28 de janeiro de 2012
Pedaços da minha história
Era para escrever um post do tamanho do universo, mas depois perdi a paciência e além disso tenho que ir cozinhar o jantar! Portanto, vou directa ao assunto. As pessoas fazem troça de mim porque não sei muito acerca da terra onde moro, sei algumas coisas vá, mas não conheço tudo. Quando falam-me da D. Joaquina Carlota da pastelaria tal e do Senhor Joaquim Afonso que costumava vender jornais na esquina da Praça Não-sei-quantos, da Maria Pega que se enrolava com todos, das famílias Ai-que-somos-os-donos-disto-e-tal, o "Sôdoutor" Casteinheira que curou muitas gripes e operou o Zé da Taberna, eu não faço ideia de quem são! Ou pelo menos, grande parte deles. "Ah, vamos gozar com ela, é tão totó!". Meus caros amigos, eu já mudei de casa três vezes, sim? Só para começar! E "odepois", a minha família nem sequer é de cá? Estamos entendidos?! Isto é uma mistura, nós começamos no norte e foi sempre a descer, até aqui. E alguns ainda foram mais para baixo! E outros para fora! A minha família está espalhada por todo lado, eu devo ter parentes nos cinco continentes quase. Algum dia dá-me na cabeça e vou morar com um urso polar ou um pinguim! Desde cedo aprendi a empacotar e desempacotar a minha vida, logo aos quatro anos. Da última vez, acho que foi a pior de todas elas, a campeã das campeãs. Quem muda imensas vezes de casa sabe que fica-se só com o essencial e não se guarda memórias. Mas das outras vezes, ainda trouxe mais alguma coisa do que o essencial e algumas memórias, "Agora vou ficar aqui de vez", pensei inocentemente. Isto, até ao célebre dia em que a minha mãe aparece com uma carrinha de caixa aberta lá em casa. O que levei? A roupa essencial, a cama, as coisas da escola e pouco mais. Tudo o resto? Ficou para trás. Tudo o que construímos e coleccionamos durante anos a fio, foi deixado para trás como quem atira um papel para o chão e faz de conta que não é nada consigo. Nesse dia, fiz um re-start na minha memória, fiquei tão traumatizada que instantaneamente apaguei imensas memórias. Um dia tentei lá voltar, "ao nosso apartamento", que agora era só do meu pai. Vazio. A minha avó paterna limpo-o, deitou as minhas memórias ao lixo. "Guardei o que a meu ver era preciso", disse-me, eu só pensava "Idiota! Para que raio quero um caderno sem nada escrito?! Para que raio quero um cobertor? Para que raio quero uma mochila velha?". Só queria gritar "Eu quero é todos os meus trabalhos da pré-escola que deitou ao lixo! Todas as fotografias! Quero os brinquedos que eram meus e dei-os ao meu irmão, que um dia iriam passar para os meus filhos/sobrinhos! Quero as decorações do meu antigo quarto que foram oferecidas pela minha avó! Quero o móvel que construi com a minha mãe! Quero as bonecas de loiça que me ofereceram! Quero tudo!", mas já era tarde de mais, limitei-me a um "Está bem". Nesse dia menti-lhe e disse que tinha que ir já embora, estava com pressa. Cheguei ao carro e o meu mundo desabou. Um dia quando percorri o resto da casa dela, vi. Vi alguns quadros pintados por mim, o tapete de brincar do meu irmão, fotografias. Não tive coragem de pedir nada. Evito ir lá agora, pelo menos enquanto a dor não sarar. Então foi assim que aprendi, que na vida, devemos ter pouca bagagem e as memórias guardam-se no coração, caso contrário, ainda acabam magoados. E muito fica por escrever, mas não quero. E fica aqui, mais um pedaço da história da minha vida. E por estas e por outras, é que tenho receio de familiarizar-me demasiado com o sítio onde moro, é que a minha vida é tudo menos rotineira. Mudança é uma palavra comum na vida. Obra do destino? Não sei. Só sei que já habituei-me a que volta e meia as coisas mudem repentinamente.
A minha família é doida, mas é a melhor
A minha irmã fez um bolo e precisou de leite condensado. Deixou um restinho para mim, mandou o meu irmão trazer-me a lata ao quarto. Que fofinha!
WTF? Mas o pessoal ficou doido?
Entro no Facebook e deparo-me com o seguinte estado "Cheiro mal da boca."! Mas que raio? Dois minutos depois... "Cheiro bem da boca, lavei os dentes! :s". ??? Eu vou só ali bater com a cabeça e já venho! Algum dia até escrevemos no nosso mural "Fui à casa de banho" ou "Estou cheio de gazes", meus amigos, isto não é bonito! Eu sei que é algo natural do ser humano mas ninguém quer saber! Capiche?!
Quando eu a minha mãe juntamo-nos na cozinha, dá nisto!
Com os M&M´s, é o bolo do meu aniversário. O segundo, fizemo-lo hoje para o aniversário da minha madrinha. (A qualidade não é a melhor, mas é que se arranja)
As taças de morangos são obra do meu irmão mais novo, outro talento nato da pastelaria! Já disse e continuo a dizê-lo, ainda vamos abrir uma pastelaria os três!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
A minha professora de História, who else? -
C. : Ai professora, tenho tanta fome! Ao menos se tivesse aqui um dos seus bolinhos...
Professora: Mas olhe, eu tenho aqui umas tangerinas do meu quintal... Mas coma rápido!
Professora: Mas olhe, eu tenho aqui umas tangerinas do meu quintal... Mas coma rápido!
Sim, isto aconteceu! É das professoras mais exigentes que temos e que alguma vez eu tive, mas consegue ser um espectáculo ao mesmo tempo! Se não tivermos tempo de lanchar ela dá-nos uns minutinhos "Pensar de estômago vazio não dá bom resultado". É extremamente exigente e precisa, mas é super cómica e um amor de pessoa. Leva-nos a todos os lados e mais alguns, o pessoal adora as aulas dela porque nós discutimos sobre tudo! E o melhor, apesar de exigente, nunca marca faltas de trabalho de casa. Mas também quando marca trabalhos para casa são assim tipo, 20 páginas! Até criei um grupo no Facebook em honra da senhora. Vai ser daquelas professoras que vai ficar no coração.
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