segunda-feira, 14 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Há dias em que gosto de pensar que sou eu, mas não pelo lado negativo

“A question that sometimes drives me hazy: am I or are the others crazy?” ― Albert Einstein

Para o Rafa, esse grande amigo de longa data

 Só porque pediste-me, aqui vai, um post sobre ti Rafa. És um tipo porreiro porque fazes-me rir e... Ah! Tens o Buzz!  E era  só isto, "nem que seja só uma linha", foi o que pedis-te. :D
 Só porque pediste-me, aqui vai, um post sobre ti Rafa. E era  só isto, "nem que seja só uma linha", foi o que pedis-te. :D

sábado, 12 de novembro de 2011

Se eu fosse ...

 Se a minha vida fosse um filme eu seria a Mary Horowitz do filme All About Steve. Somos parecidas, à excepção do físico e aparência, é claro. Até a pancada por botas temos em comum, mas eu não uso sempre as mesmas. E sim, estou constantemente a irritar as pessoas porque estou constantemente a falar, se não houver assunto eu arranjo. Graças a isto, fiquei com a alcunha de Wikipédia no ciclo, sou o Google dos meus amigos.:)

Para dias tristes como hoje

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O dia em que comecei a acreditar no amor

  Primeiro que admita que estou apaixonada por alguém é um dia de juízo, ando ali cheia de rodeios, até mesmo comigo própria. Isto porque passei uma vida (mesmo sendo curta) a acreditar que os sentimentos eram para os fracos e que conseguia controlar as minhas emoções, além de que pensava que amor era coisa da televisão e livros. Se havia coisa que fazia-me vómitos era filmes como o "Diário da Nossa Paixão" ou "The Notebook", if you prefer. Não achava piada nenhuma a manifestações de afectos, era uma pessoa muito fria diga-se. Achava que nunca na vida um rapaz/homem iria olhar para mim.Tinha a cabeça cheia de ideias pré-concebidas e preconceitos também. E falo nisto porquê? Hoje em conversa com uma colega, ela contava-me que não acreditava no amor e que os homens eram todos iguais e que um dia iria também deixar de acreditar. Compreendi perfeitamente o que estava a dizer-me, mas só que desta vez discordei. Olhei nos olhos e com todas as minhas forças disse "Olha, tu podes tentar-me convencer-me disso, mas aviso-te já que nunca vais conseguir, sou uma romântica. Um dia vais render-te ao amor, ou melhor, a alguém. Um dia vais perceber o que sinto.". Há uns anos atrás iria concordar, mas com o passar do tempo fui mudando. E sim, hoje sou uma romântica incurável lamechas q.b. O "Diário da Nossa Paixão" passou a ser um dos meus filmes favoritos, não pela sua grandeza, mas pela história, que diz-me muito. Além disso, apesar de não ter a pessoa mais dada a abraços e beijos, quando gosto verdadeiramente de alguém não me inibo de os dar! Os acontecimentos, as experiências, as pessoas fizeram-me mudar a minha maneira de ver o amor. Hoje, devoro livros com histórias de amor, sobre o amor e com amor. Estou-me nas tintas para os que querem fazer-me desacreditar do amor! Eu sei que talvez irei dar vários trambolhões, mas há que ter esperança, agora que passei a ser mais optimista não quero mudar. E sem dar conta, um dia dei por mim a chorar a ver um filme romântico em vez dos habituais "vómitos". E esse foi o dia em que comecei a acreditar no amor.