sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Assim vale a pena!

 Estamos a aprender o serviço por cima de vólei, em E.F. Apesar de a  minha técnica ser boa não consigo fazer a bola passar a rede... Resumindo: A professora pediu a um dos rapazes mais giros da turma para ajudar-me e ensinar-me como se faz. Já gostava de vólei, mas fiquei tão entusiasmada que à primeira tentativa fiz a bola passar logo a rede! O ego subiu-me logo, à quantidade de elogios que recebi pelo meu esforço e técnica. Portanto, professora, já sabe como fazer empenhar-me. É que assim vale a pena!

E depois é que sou tarada...

 Bookworm: "Vê lá! Fazes isso outra vez e ainda apareço-te a meio da noite em casa". (tom de gozo)
 Amiga: "Uh! Vou vestir a minha melhor langerie!".
 Bookwormd: "Parva! Era para assassinar-te mesmo, mas se quiseres podemos fazer «coisas » primeiro...".
 Amiga: "Sua tarada!" (Ar de escandalizada)

Sim, depois sou eu a tarada... Right!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O ponto fraco

 Esquece os beijos no pescoço, a parte de trás dos joelhos, as costas, os sussurros sem eu contar. O meu ponto fraco é mesmo o coração, está mais que visto. Deixo o caminho aberto para alguns e depois é o que se vê, vou-me abaixo com facilidade. Podes devolver-me o o coração, por favor? Queria voltar a ser a pessoa fria que era, mas depois conheci-te e ofereci-o a ti, tornei-me uma pessoa diferente (e melhor). Mas tu ficas-te com ele e escondeste-o. E agora? Não vais devolver-mo? Também não sei se o queria outra vez, está muito bem contigo. 

I´m going craaaaaazíííí!

 Como sou voluntária da Cruz Vermelha, os próximos meses vão ser de loucos! Às tantas ainda vão-me ver por aí num hipermercado a embrulhar presentes ou a fazer recolha de brinquedos. Eu nem vos digo os dias em que eles precisam de mim, ou vão ficar assustados!

A história dos sítios

 A minha cidade é pequena. Em todos os cantos e recantos, nas ruas e avenidas, praças e ruelas, há uma história em todos os lugares. E quase todos eles fazem-me soltar uma gargalhada, afinal, o passado nem sempre é assim tão mau.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

 Está tanto frio e tão escuro. Ironicamente não é por causa do tempo... Dentro de mim é como se estivesse a passar um furacão enquanto uma tempestade quer arrasar com tudo. Já não sei o que fazer, desisto.

A pedido de algumas famílias, aqui vai um dos textos (ou melhor, declaração de amor)

 Daqui a uns dias começa a época do "ex-aniversários de namoro, ex-paixões, ex-amores, ex-qualquer-coisa". O que é isto? Bem, assim resumidamente, eu não me apaixono como a maioria das pessoas na Primavera, é no Outono mesmo (e Inverno também). E como não devemos ficar agarrados ao passado e devemos lembrar as coisas boas, vamos celebrar aqui as minhas desgraças e felicidades amorosas. Para começar vamos começar com o rapaz que fez-me tirar um 20 a português, thats right! Nunca deu em nada, nunca tive os tomates para lhe dizer o que sentia. Então limitei-me a participar num concurso organizado pela minha professora de português, "A mais bela declaração de amor". Apesar do desgosto, ganhei o segundo lugar e um livro de poesia. Vendo bem as coisas, até acabou bem!O prometido é devido e por isso aqui vai...

De alguma forma eu tinha que dizer-te isto. Há um tempo que guardava isto só para mim, mas eu não consigo faze-lo mais. Custa imenso. Eu gosto de ti ao longe. Tu passas por mim e o meu corpo deixa de obedecer-me. Estão centenas de pessoas, centenas de pessoas à nossa volta, mas destacas-te no meio da multidão. Era capaz de reconhecer-te em qualquer lado, na maior das confusões. O teu olhar denuncia-te, os teus olhos. Ficas com o olhar fixo, mas é como estivesses a olhar para o vazio. Parece que nada pode atingir-te, a Terra podia explodir, terramotos e furacões podiam ocorrer, o céu podia cair, viesse quem viesse, o teu olhar permanecia na mesma. Pareces tão seguro, confiante, tão inatingível. Basta esboçares um sorriso e de humor de cão passo a ser a rapariga mais feliz cá da terra por uns momentos.  Eu devia colar-te a boca com fita-cola ou super cola 3. Essa tua voz… Eu sou uma pessoa bastante racional e tento fazer as coisas o melhor que consigo, mas tu baralhas-me toda. A minha vida ficou de pernas ao ar, avariaste-me o sistema. Mandas umas piadas e achas que já tens autorização para roubar o meu pobre coração. Eu já disse que sou racional? E que não acredito em amor à primeira vista? Tu deitaste as minhas teorias por terra. Tens a noção que eu não durmo por tua causa? Eu, que sou um bom garfo, esqueço-me de comer. Quando penso em ti, é melhor que comer chocolate e eu ADORO chocolate. A minha capacidade de concentração diminui. “Os bárbaros e os visigodos o quê? Os recursos minerais quantos? Ora bolas! Esqueci-me do que a minha mãe pediu-me para fazer”. Um dia enlouqueço de vez. Eu queria esquecer-te, tirar-te da minha cabeça. Ou melhor, do meu coração. Mas eu não consigo, eu já tentei mas parece impossível. Eu leio tanto romance que está a afectar o meu cérebro. Acho que já deu para perceber o que sinto por ti ou fui pouco óbvia? Han? Um dia roubo-te o coração para ver se gostas… Ou talvez um beijo. Eu sei lá! Só sei que gosto de ti, eu só sei que andas a afectar a cabeça. Quer dizer! O coração. Esse malandro, não podemos confiar nele, mas desta vez estou disposta a dar menos ouvidos ao cérebro e mais ao coração. Que dizes-me? Podes fazer o mesmo? Espero bem que sim é que eu gosto realmente de ti.
                                                A tua (e depois não cheguei a assinar nada porque nunca foi dele)